Período de entrega da declaração anual de imposto de renda gera sempre alguma apreensão. São muitas as dúvidas, pois as regras tendem a sofrer mudanças de um ano para outro, principalmente em itens como os tipos de bens a serem informados. Atenção e cuidado são fundamentais para evitar cair na malha fina e a morosidade no processo de recebimento da restituição, quando aplicável.

Apesar da aparente dificuldade de incluir todas as informações requeridas, o processo de preenchimento da declaração é simples. Basta seguir as instruções do site da Receita Federal, que tem sempre um passo a passo atualizado para ajudar na tarefa. Quanto à necessidade de inclusão dos bens, saiba que todos os brasileiros que se encontram na faixa de obrigatoriedade da entrega da declaração devem informar toda e qualquer aquisição do período. Mudanças e alterações também, e isso se aplica naturalmente aos investimentos.

De acordo com a regra, devem declarar o imposto todos que tiveram rendimentos tributáveis a partir de R$ 28.559,70 ou não tributáveis em valor maior que R$ 40 mil no ano passado. Além desses, quem investiu na bolsa ou fez outras aplicações precisa informar todas as classes em carteira. Entram nessa lista os títulos de renda fixa, os fundos de investimentos, os fundos de investimento imobiliário, contas poupança, contas no exterior e até mesmo as criptomoedas.

Na prática, na hora de preencher sua declaração, é bom lembrar que cada tipo de investimento tem seu código e suas especificações. Veja a seguir alguns destaques sobre as exigências da Receita quanto ao nível de informação para cada um.